Alumínio e sua relação com a doença de alzheimer.

- 06:32:00

ALUMÍNIO E SUA RELAÇÃO COM A DOENÇA DE ALZHEIMER.

O alumínio é um metal comum e abundante no nosso planeta: está presente o tempo todo ao nosso redor.

Mas o alumínio é um metal tóxico, de difícil eliminação pelo nosso corpo, o que o torna muito perigoso para o organismo.

Para se ter uma noção, o médico palestrante do Alzheimer360, Dr. Rondó, faz a seguinte comparação: o alumínio é para o seu sistema nervoso central o mesmo que o cigarro é para os seus pulmões!

A ligação entre alumínio e Alzheimer

Como vimos, o alumínio pode ser extremamente neurotóxico, e há evidencias de que a exposição frequente a esse metal é um fator que contribui para doenças neurológicas como o Alzheimer. Aliás, desde a década de 60 a relação entre o alumínio e o Alzheimer é estudada pelos cientistas.



Um estudo mostrou que um homem de 66 anos desenvolveu rapidamente uma forma muito agressiva de Alzheimer precoce, após oito anos de exposição constante ao pó de alumínio.

Outro caso de destaque foi em 2004, quando foram detectados níveis muito elevados de alumínio nos tecidos de uma mulher britânica, que morreu no início do Alzheimer precoce.

Atualmente, um estudo recente realizado pela Keele University, confirmou que o alumínio possui, de fato, um papel importante no declício cognitivo.

Segundo o estudo, pessoas que apresentam a doença de Alzheimer precoce possuem grandes quantidades de alumínio no tecido cerebral! Além disso, idosos acima de 60 anos que têm a doença também possuem maior acúmulo do metal no tecido cerebral do que idosos da mesma faixa etária sem a doença.

Os pesquisadores detectaram níveis ainda mais altos de alumínio nos cérebros de pessoas com Alzheimer precoce que tiveram uma exposição crônica ao alumínio através do ambiente de trabalho.

Em resumo, isso demonstra que a doença de Alzheimer pode se desenvolver mais cedo em indivíduos que tiveram contato com altos níveis de alumínio durante sua vida.

Estresse oxidativo

Os danos no cérebro provocados por metais tóxicos, como o alumínio, produzem estresse oxidativo, levando às doenças degenerativas.



É importante ressaltar que a partir do momento em que o alumínio entra no nosso corpo, não é fácil de eliminá-lo!
Esse metal consegue atravessar barreiras biológicas que não permitem a passagem de outras toxinas, como a chamada barreira hematoencefálica.

Com o passar do tempo, o metal vai se acumulando no cérebro e são geradas lesões neurológicas sérias.

Além disso, o alumínio é um metal tóxico, que não possuiu relevância positiva para o corpo.

A conclusão é: quanto menos alumínio você ingerir, melhor!

Detalhe: os malefícios do alumínio ocorrem de forma independente da idade. Ou seja, o metal pode causar danos tanto para idosos, quanto para crianças, adultos e jovens.

Esse metal tem sido relacionado a diversas alterações no nosso organismo. Algumas delas são:

-Desenvolvimento de problemas respiratórios

-Fibrose pulmonar

-Problemas neurológicos

-Enfraquecimento dos ossos, pois atrapalha a absorção de cálcio

-Quedas de cabelo e enfraquecimento da unha

-Constipação intestinal

-Náuseas

-Cólicas abdominais

-Anorexia

-Fadiga

-Raquitismo

-Na infância, pode causar hiperatividade e distúrbios de aprendizado

-Há estudos que afirmam que as pessoas mais expostas a alumínio tem menor capacidade de memória, de concentração e de atenção.

Devemos estar atentos às diversas formas de exposição ao alumínio no ambiente

O alumínio está o tempo todo ao nosso redor!

Além dos utensílios, esse metal está presente na água, em produtos de beleza, higiene, medicações, embalagens, meios de transporte, vacinas, etc.

Apesar de a alimentação ser uma importante fonte de ingestão de alumínio, é na água que ele se encontra de forma mais biodisponível para ser absorvido pelo intestino.

Ou seja, é praticamente impossível não ter contato com ele. Mas, existem algumas atitudes que podem ser tomadas para diminuir o impacto do alumínio no organismo. Por exemplo, que tal trocar o papel alumínio por papel manteiga na sua cozinha? Com certeza já fará bastante diferença!



Alguns cuidados a serem tomados

-Não use folhas de alumínio para grelhar ou assar alimentos, para armazenar tomates, especiarias ou frutas cítricas e para cobrir itens que vão ao forno;

-Dê preferência a panelas de inox ou vidro;

-Introduza fontes de enxofre na sua dieta, como a cebola;

-Fique atento às embalagens e evite consumir produtos que contenham alumínio;

-Evite latas em geral, principalmente as de refrigerantes e cervejas;

-Evite medicações anti-ácidas a base de alumínio;

-Não use creme para pele com sais de alumínio;

-Utilize desodorantes sem sais de alumínio;

-Evite os tubos de pasta de dentes de alumínio, utilize os de plástico.

O alumínio compromete o sistema de desintoxicação

“Glutationa” é um desintoxicante importante, muito usado para reverter os danos causados pelo estresse oxidativo nas células. O alumínio interfere justamente na produção dessa glutationa, danificando-o.

Por causa disso, se a concentração de alumínio no corpo é elevada, esse mesmo corpo acaba se tornando muito intoxicado, já que não possui um sistema de desintoxicação que funcione corretamente.

Para diminuir esses efeitos, consuma mais enxofre na alimentação. A explicação é a de que o corpo se utiliza de enxofre para a produção de glutationa. Para isso, consuma alho e cebola, que são boas fontes de enxofre!

Autor: Alzheimer360

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